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Em 1913 meus avós paternos, Antonio e Rosaria Valente, deixaram sua terra natal, a Itália, a bordo de um navio que os trouxe para o Brasil, onde desembarcaram no Porto de Santos.
Aqui se estabeleceram na cidade de Araraquara (SP), onde tiveram seus filhos e viveram até sua morte, sem nunca ter tido a oportunidade de voltar à seu país de nascimento.
Hoje, passados quase 100 anos da chegada do primeiro Valente ao Brasil, eu e a Anete estamos iniciando a viagem de volta para a Itália que eles nunca puderam realizar, utilizando o mesmo meio de transporte que eles usaram na viagem de vinda.
Embarcamos hoje no Porto de Santos no navio Costa Fortuna, que nos levará, daqui a 20 dias, à cidade de Veneza, na Itália.
Estamos muito felizes por sermos os primeiros Valentes a conseguir realizar esse sonho.
Esta nossa nova viagem terá diversas diferenças em relação às outras que realizamos anteriormente.
A primeira e evidente diferença é que desta vez não teremos a companhia do Poderoso, nosso carro que sempre tem nos conduzido pelas estradas da América. Desta vez além da parte marítima, teremos a volta de avião, além de também usarmos o trem em uma das viagens dentro da Europa.
Outra diferença é que desta vez não estamos viajando só eu e a Anete. Temos também a companhia de tios, tias e primos, num total de nove pessoas, que também farão parte deste cruzeiro.
O dia de hoje começou em São Luiz do Paraitinga, de onde seguimos, a bordo do Poderoso, até a cidade de Taubaté onde encontramos com nosso filho caçula, Ricardo, e sua esposa Elizângela, que foram conosco até Santos e depois levaram nosso carro de volta para Taubaté.
Após uma rápida visita à casa de meus pais em São Vicente, embarcamos no Costa Fortuna, e iniciamos a viagem pontualmente às 18h00.
Amanhã teremos a primeira parada, na cidade do Rio de Janeiro, onde permaneceremos durante todo o dia.

Dia 1 

DATA: 18/03/2011

MANHÃ:  São Luiz do Paraitinga - Brasil
NOITE: Em trâsito entre Santos (SP) e Rio de Janeiro (RJ)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

Acesse o dia:

VALENTES NA EUROPA

 
 

Dia 2 

DATA: 19/03/2011

MANHÃ:  São Luiz do Paraitinga - Brasil
NOITE: Em trâsito marítimo entre Rio de Janeiro (RJ) e Ilheus (BA)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

A viagem de Santos até o Rio foi bem tranqüila e dormimos a noite toda.
Acordamos por volta das 09 da manhã, com o navio já atracado no Porto do Rio de Janeiro. Segundo nos informaram, a chegada ao Rio se deu às 08h00.
Tomamos nosso café da manhã no self-service do nono andar. Devido à grande variedade de pães, bolos, frutas, sucos e doces, gastamos quase uma hora comendo.
Após o café, resolvemos desembarcar e fazer um pequeno passeio pelo Rio de Janeiro.
Como já viemos ao Rio muitas vezes, não tínhamos interesse em visitar novamente os pontos turísticos famosos como Pão de Açúcar, Corcovado e Maracanã.
Então, resolvemos, juntamente com meu tio Péricles e sua esposa, apenas fazer um passeio pelas praias. 
Pegamos um ônibus circular em frente ao Porto e fomos até a praia de Ipanema, passando pelo Aterro do Flamengo, Praia de Botafogo, e Copacabana.
Em Ipanema fomos a um barzinho beber uns refrigerantes e apreciar a vista da praia.
Por volta das 03h00 da tarde retornamos ao Porto, desta vez de taxi.
Almoçamos no navio e fomos descansar um pouco.
À noite, após o jantar fomos assistir a um show de música e malabaristas no teatro do navio.
Às 19h00 iniciamos a viagem rumo a Ilhéus, na Bahia, onde deveremos chegar só na manhã do dia 21. Passaremos a noite de hoje, o dia inteiro amanhã e a noite de amanhã só navegando.

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Apesar de hoje ser domingo, dia do Senhor, não pudemos ir a uma Igreja, já que passamos o dia inteiro em navegação.
Acordamos por volta das 09h00 e fomos tomar nosso café da manhã.
Como não tínhamos nada para fazer hoje ficamos conversando com nossos parentes que nos acompanham nessa viagem até ao meio dia mais ou menos.
Por volta das 14h00 fomos almoçar no restaurante self-service. Eu hoje consegui comer bastante, já que encontrei comidas que eu gosto. Além do almoço self-service havia também um grill servindo fast-food, como hambúrgueres, batatas fritas e cachorros quentes. 
Combinando os dois bufês eu consegui fazer um prato bem saboroso.
Depois do almoço eu fui para nossa cabine tirar minha siesta, enquanto a Anete ficou jogando baralho com alguns de nossos companheiros de viagem.
À noite jantamos no restaurante formal, e tive de comer peixe, a única opção que eu consegui comer.
Após a janta fomos assistir a um show chamado Os Três Tenores Brasileiros, com músicas populares e óperas. Excelente show.
Amanhã cedo deveremos chegar a Ilhéus, e minha intenção é passar o dia em uma praia, aproveitando as águas mornas do nordeste.

Dia 3 

DATA: 20/03/2011

MANHÃ:  Em trâsito marítimo entre Rio de Janeiro (RJ) e Ilheus (BA)
NOITE: Em trâsito marítimo entre Rio de Janeiro (RJ) e Ilheus (BA)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

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Hoje fizemos nossa primeira parada no Nordeste brasileiro.
Como não poderia deixar de ser, minha opção então foi ir à praia, para desfrutar das águas quentes típicas dessa região do Brasil.
Levantei às 08h00, tomei o excelente café da manhã do navio e, juntamente com meus primos Danilo e Ivan e a esposa do Ivan, fomos para a Praia dos Milionários.
Como a Anete não é muito fã de praia, preferiu permanecer a bordo.
Na ida resolvemos ir de ônibus circular, que nos deixou bem em frente de uma ótima barraca de praia, o nome que os nordestinos dão aos restaurantes localizados na praia.
Infelizmente o tempo não ajudou. O céu estava nublado, o que deixou a água bem escura, sem a transparência normal das águas desta região. 
Além disso, devido aos ventos o mar estava bem agitado, com muitas ondas bem fortes.
Mas mesmo assim foi possível tomar um bom banho de mar.
Na volta preferimos tomar um taxi, e chegamos ao navio por volta das 15h00, em tempo ainda de almoçarmos no self-service do nono andar.
Às 19h00 o navio iniciou a viagem para a cidade de Salvador, onde deveremos chegar amanhã bem cedo.
À noite jantamos todos juntos no restaurante do quinto andar e depois fomos assistir a um show de danças típicas da América do Sul.A viagem de Santos até o Rio foi bem tranqüila e dormimos a noite toda.
Acordamos por volta das 09 da manhã, com o navio já atracado no Porto do Rio de Janeiro. Segundo nos informaram, a chegada ao Rio se deu às 08h00.
Tomamos nosso café da manhã no self-service do nono andar. Devido à grande variedade de pães, bolos, frutas, sucos e doces, gastamos quase uma hora comendo.
Após o café, resolvemos desembarcar e fazer um pequeno passeio pelo Rio de Janeiro.
Como já viemos ao Rio muitas vezes, não tínhamos interesse em visitar novamente os pontos turísticos famosos como Pão de Açúcar, Corcovado e Maracanã.
Então, resolvemos, juntamente com meu tio Péricles e sua esposa, apenas fazer um passeio pelas praias. 
Pegamos um ônibus circular em frente ao Porto e fomos até a praia de Ipanema, passando pelo Aterro do Flamengo, Praia de Botafogo, e Copacabana.
Em Ipanema fomos a um barzinho beber uns refrigerantes e apreciar a vista da praia.
Por volta das 03h00 da tarde retornamos ao Porto, desta vez de taxi.
Almoçamos no navio e fomos descansar um pouco.
À noite, após o jantar fomos assistir a um show de música e malabaristas no teatro do navio.
Às 19h00 iniciamos a viagem rumo a Ilhéus, na Bahia, onde deveremos chegar só na manhã do dia 21. Passaremos a noite de hoje, o dia inteiro amanhã e a noite de amanhã só navegando.

Dia 4 

DATA: 21/03/2011

MANHÃ:  Ilhéus (BA)
NOITE: Em trâsito marítimo entre Ilheus (BA) e Salvador (BA)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

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Quando acordei nesta manhã, por volta das 08h30, o navio já se encontrava ancorado no Porto de Salvador.
Novamente tomamos o café da manhã no restaurante do nono andar e depois resolvemos desembarcar para um pequeno passeio pela cidade.
Como já conhecemos os principais pontos turísticos de Salvador, decidimos não fazer nenhuma excursão, permanecendo apenas nos arredores do porto.
Demos então uma pequena caminhada até o Mercado Modelo e o Elevador Lacerda, que fica bem em frente.
Fizemos uma pequena visita ao Mercado, e subimos no Elevador, onde tiramos algumas fotos.
O tempo hoje estava muito quente e com muito sol.
Por volta das 13h30 retornamos ao navio onde almoçamos.
Hoje a Anete preferiu almoçar no restaurante formal do terceiro andar e eu fui com ela apenas para fazer companhia, pois eu prefiro o sistema self service, inclusive porque lá eu encontro comida mais adequada ao meu gosto.
Depois que a Anete almoçou, fomos ao restaurante do novo andar para que eu também pudesse almoçar.
Hoje fizermos uma reunião com todos os parentes que estão nos fazendo companhia nesta viagem para decidir quais excursões faremos nos países onde o navio vai parar.
Decididos todos os passeios que faremos fomos efetuar a compra dos tickets para garantir nossos lugares.
À noite jantamos no restaurante do terceiro andar e a seguir fomos assistir a um show com o cantor Ross, um italiano radicado em São Paulo. Apesar de eu nunca ter ouvido falar nele, é um bom cantor, com uma voz bem potente e afinada.
Às 18h00 iniciamos a viagem rumo a Maceió, onde deveremos chegar amanhã por volta do meio dia.

Dia 5 

DATA: 22/03/2011

MANHÃ: Salvador (BA)
NOITE: Em trâsito marítimo entre Salvador (BA) e Maceió (AL)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

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Dia 6 

DATA: 23/03/2011

MANHÃ:  Maceió (BA)
NOITE: Em trâsito marítimo entre Maceió (AL) e Recife (PE)

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

Atracamos em Maceió as 11h30, e pela primeira vez nesta viagem nós já estávamos acordados e já tínhamos tomado nosso café da manhã.
Assim que foi permitido o desembarque, eu, juntamente com o Danilo, Ivan e sua esposa Isabel, saímos para aproveitar as lindas praias de Maceió.
Como eu já conheço bem esta cidade, sugeri a Praia do Gunga, localizada 30 km. ao sul de Maceió e que, em minha opinião, é uma das melhores praias do Brasil.
Logo na saída do porto negociamos com um taxista que nos levou até lá, ficou esperando e nos trouxe de volta para o navio, além de fazer um pequeno passeio pela cidade. Tudo isso por apenas R$ 150,00.
Esse mesmo passeio, comprado no navio, custa 52 dólares por pessoa !!!!
A Anete e o restante de nosso grupo preferiram ir até um centro de artesanato localizado na Praia de Pajuçara.
Voltamos ao navio as 18h30, tomei um banho e fui para o jantar formal no quinto andar.
Hoje não pudemos assistir ao show noturno, pois o horário coincidiu com nosso horário de jantar.
As 23h00 o navio deixou o porto de Maceió, com destino a Recife, onde deveremos chegar amanhã cedo.

 
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Acordamos por volta das 08h30, já com o navio ancorado no porto de Recife (PE).
Hoje resolvemos tomar o café da manhã no restaurante formal do terceiro andar, onde normalmente jantamos, mas que ainda não havíamos freqüentado pela manhã. Apesar do ambiente com menos pessoas, e com garçom servindo diretamente na mesa, ainda prefiro o self-service do nono andar, pela maior liberdade e também pela maior variedade de comida.
O tempo de parada do navio em Recife foi bem curto, com a partida prevista para as 13h00.
Tendo em vista o pouco tempo que dispúnhamos para permanecer na cidade, e também o fato de já conhecermos Recife muito bem, não nos animamos a fazer nenhum passeio.
Assim, desembarcamos apenas para ir, caminhando, até a farmácia mais próxima para comprar remédios para a tosse que a Anete vem apresentando há alguns dias.
Voltamos em seguida ao navio e aguardamos a hora da partida.
Devido ao atraso verificado em algumas excursões promovidas pelo próprio navio, a partida acabou ocorrendo somente as 14h00.
Hoje foi nossa despedida do Brasil.
A partir de agora serão cinco dias só de navegação, até chegarmos a Sta. Cruz de Tenerife, nas Ilhas Canárias, já próximo da costa africana.
Depois do almoço eu fui tirar minha siesta, enquanto a Anete ficou jogando baralho com a Marilicia e mais um casal que conheceram aqui no navio.
À noite jantamos no restaurante do terceiro andar e em seguida fui assistir a um show de variedades, bem fraquinho por sinal.
A partir da meia noite de hoje, todos os relógios deverão ser adiantados em 01 hora, compensando assim o fuso horário, e também já iniciando nossa adaptação à diferença existente entre o Brasil e a Europa.

Dia 7 

DATA: 23/03/2011

MANHÃ:  Recife (PE)
NOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de Brasília

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 8 

DATA: 25/03/2011

MANHÃ:   Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

NOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: 1 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

O dia de hoje foi inteiro de navegação.
Por volta de 07h30 o navio passou próximo a Fernando de Noronha, mas nós não vimos nada, pois ainda estávamos dormindo.
Acordamos às 09h00, e fomos tomar nosso café da manhã no restaurante self-service do nono andar.
Em seguida ficamos apenas observando as gaivotas que seguiam nosso navio
É impressionante como as gaivotas podem voar tão longe da terra, pois ao nosso redor somente existe o mar. A terra mais próxima seria Fernando de Noronha, mas mesmo essa já estava há mais de 200 km. 
Resolvemos então iniciar um tour fotográfico pelo nosso navio. Pretendemos tirar fotos de todas as dependências abertas aos viajantes. Como serão muitas fotos, vamos tirar um pouco por dia, mostrando apenas algumas partes. Hoje tiramos fotos apenas da parte externa traseira do navio.
A Anete preferiu almoçar no restaurante formal do terceiro andar, juntamente com nossos companheiros, e eu também fui até lá, apenas para fazer companhia.
Depois, fomos até o self-service do nono andar para que eu pudesse almoçar.
Como isso, terminei meu almoço por volta das 16h00. 
Depois do almoço fui tirar minha siesta, enquanto a Anete ficou jogando tranca com a Marilicia, a Neguinha e o Péricles. 
Jantamos todos juntos no restaurante formal do terceiro andar e em seguida fomos assistir a um show musical.
O show foi tão ruim que a maioria das pessoas saiu do teatro antes do final, inclusive nós.
Hoje à meia noite, mais uma vez deveremos adiantar nossos relógios em mais uma hora, para continuar nossa adaptação aos fusos horários que vamos cruzando em nossa viagem rumo ao leste.

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Dia 9 

DATA: 26/03/2011

MANHÃ:  Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

NOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: 2 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Outro dia inteiro dedicado somente a navegação. Como estamos praticamente no meio do Oceano Atlântico não foi possível ver terra em nenhum momento.
Acordamos as 09h00 e fomos tomar nosso café da manhã no nono andar.
Em seguida a Anete resolveu fazer uma caminhada, enquanto eu fiquei no restaurante conversando com o Péricles e observando o mar.
Novamente a Anete foi almoçar no restaurante formal do terceiro andar e eu fui junto, só para fazer companhia. Depois que ela almoçou fomos ao self-service do nono andar para que eu também almoçasse.
Continuamos hoje nosso tour fotográfico pelo navio, mostrando algumas partes internas, como o restaurante, alguns dos salões onde se pode ouvir música ao vivo e dançar e também o cassino.
À noite jantamos no restaurante do terceiro andar e em seguida fomos assistir a um show produzido por membros da tripulação do navio. Apesar de todos serem amadores, o show foi até bem interessante, muito melhor do que o de ontem.
Após o show fomos a um dos salões onde se apresentava uma banda e vários casais dançavam. 
Ficamos lá por um tempo e depois fomos dormir, pois hoje, mais uma vez, deveremos adiantar nossos relógios em uma hora, continuando o processo de adaptação gradual à diferença de fuso horário entre o Brasil e nossa próxima parada.

 

Mais um dia só de navegação.
Apesar de ser um domingo, dia do Senhor, em que normalmente procuramos uma Igreja, hoje isso não foi possível, pois só vimos o oceano para todos os lados que olhássemos.
Levantamos às 09h00 e fomos tomar nosso café da manhã no self-service do nono andar.
Em seguida continuamos nosso tour fotográfico pelo navio. Hoje fotografamos a parte dianteira, externa e interna, com a academia de ginástica e o salão de beleza.
Aproveitamos para tomar um banho na hidromassagem da academia. A água estava uma delicia, e  protegida do sol e do vento, por estar localizada internamente.
Existem outras duas banheiras de hidromassagem, mas ambas no ambiente externo.
Hoje mais uma vez a Anete almoçou no restaurante formal do terceiro andar e depois eu almocei no self-service do nono.
Quando terminei de almoçar já eram 16h00.
Em seguida a Anete foi jogar baralho com nossos companheiros de viagem e eu fui tirar minha siesta.
À noite jantamos, todos juntos no restaurante do terceiro andar e em seguida fomos assistir a um ótimo show de música clássica no teatro.
Depois do show resolvemos brincar um pouco no cassino. Eu ganhei 26 dólares na roleta e a Anete perdeu 10 dólares nas máquinas caça níqueis. No final ainda saímos lucrando 16 dólares.
Antes de dormir ainda fomos ao restaurante do nono andar para tomar um chá com bolos e doces.

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Dia 10 

DATA: 27/03/2011

MANHÃ:   Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

NOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: 3 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 11 

DATA: 28/03/2011

MANHÃ:   Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do TenerifeNOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: 1 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Mais um dia inteiro só navegando....
Hoje às 07h30 passamos bem perto do arquipélago de Cabo Verde, mas não vimos nada, pois ainda estávamos dormindo.
Acordamos às 08h30 e fomos tomar café da manhã no restaurante formal do terceiro andar.
A seguir fomos ao nono andar onde encontramos alguns de nossos companheiros de viagem e ficamos a manhã toda conversando e observando o mar.
Hoje o vento estava bem forte batendo bem de frente com o navio. Segundo o canal de TV interno que dá informações da viagem o vento estava a cerca de 59 km.h, o que somado aos 35 km.h de velocidade do navio, fazia com que nas áreas desprotegidas o vento nos atingisse a quase 100 km.h. Quase não dava para a gente ficar em pé.
Almoçamos todos juntos no self-service do nono andar. Uma das opções de hoje era camarão. Acho que nunca vi tanta gente comendo uma quantidade tão grande de camarão.
Após o almoço, enquanto a Anete jogava baralho com alguns de nossos companheiros de viagem, eu fui tirar minha siesta.
À noite jantamos, todos juntos, no restaurante formal do nono andar e em seguida fomos assistir a um show muito bom de música e dança.
Depois do show fomos a um dos salões onde ficamos ouvindo música e vendo alguns casais dançarem.
A seguir fomos dormir, pois hoje, novamente, deveremos adiantar nossos relógios em mais uma hora.

 

Dia 12 

DATA: 29/03/2011

MANHÃ:   Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do TenerifeNOITE: Em trâsito marítimo entre Recife (PE) e Santa Cruz do Tenerife

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Quinto dia direto de navegação, sem vermos nenhuma terra. Só o Oceano Atlântico para todos os lados que se olha.
A noite passada e todo o dia de hoje o navio balançou bastante por conta dos fortes ventos que fazem as ondas ficarem bem grandes.
A Anete inclusive se sentiu um pouco mal, por conta do balanço do navio e também pelo fato de há 03 dias não estar tomando o remédio contra enjôo, pois achava que já se encontrava bem adaptada. Mas não foi nada sério e depois de tomar o remédio ela melhorou bastante.
Nosso dia hoje foi muito semelhante aos anteriores, já que com o dia inteiro navegando não temos realmente muito o que fazer.
O vento forte e a temperatura mais baixa não nos animaram a ir à piscina.
Assim, o dia se resumiu a tomar o café da manhã e almoçar no restaurante self-service do nono andar e ao jantar no restaurante formal do terceiro andar.
Após o almoço eu fui tirar minha siesta, enquanto a Anete ficou conversando com alguns de nossos companheiros de viagem.
À noite fomos ao teatro onde foi apresentado um show de talentos dos próprios passageiros do navio. Como não poderia ser diferente, algo próximo ao ridículo.....
Devido ao grande tempo deste cruzeiro e também à época do ano, fora da alta temporada, a grande maioria dos passageiros do navio é de idade bem avançada. Calculamos que a média de idade dos passageiros esteja acima dos 70 anos.
Assim, no show de talentos de hoje, as apresentações também foram apenas de pessoas dessa faixa etária. Cantores que um dia podem até ter sido bons, mas que hoje já tem a voz cansada e desafinada.
Amanhã cedo, finalmente, deveremos chegar a Sta. Cruz de Tenerife, onde desembarcaremos e faremos um tour que compramos aqui no navio.
Depois de quase uma semana, pisaremos em terra firme novamente.

 
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Dia 13 

DATA: 30/03/2011

MANHÃ:  Santa Cruz do Tenerife

NOITE: Em trâsito marítimo entre Santa Cruz do Tenerife e Casablanca

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Acordamos hoje bem cedo, para termos tempo de tomar nosso café da manhã e nos reunirmos para a excursão que nos levou a conhecer um pouco da ilha de Tenerife, uma das ilhas que compõem do arquipélago das Canárias.
A primeira cidade por onde passamos foi a capital, Sta. Cruz de Tenerife, uma cidade que nos surpreendeu pela modernidade, limpeza e organização.
As Ilhas Canárias pertencem à Espanha, e o que encontramos aqui em Tenerife foi realmente um pedaço da Europa na costa africana.
Tudo aqui segue os padrões da Espanha, desde a língua, a moeda (euro), os costumes, e até o horário oficial, embora Tenerife esteja localizado geograficamente bem mais ao leste do que aquele país europeu. Com isso, o sol hoje nasceu apenas depois das 08h00, e se pôs também após as 20 horas, embora estejamos apenas no inicio da primavera.
Nossa primeira parada foi em um parque temático chamado Pueblochico, que reproduz, em escala reduzida, as paisagens e os edifícios mais famosos do arquipélago das Canárias, inclusive o grandioso Vulcão Teide. 
A seguir fizemos uma parada na cidade de Orotava, onde pudemos caminhar por suas ruas estreitas ladeadas por edificações bem antigas mas muito bem conservadas. 
Partindo de Orotava, fomos até Puerto de La Cruz, uma antiga vila de pescadores que se transformou num dos locais turísticos mais procurados da ilha de Tenerife. 
Depois de algum tempo livre em Puerto de La Cruz retornamos ao navio, onde chegamos por volta das 14h30, em tempo de almoçarmos no self-service do nono andar.
Tenerife foi realmente uma surpresa muito agradável, que mereceria uma estadia bem maior.
Às 17 horas nosso navio deixou o Porto de Sta. Cruz e iniciamos nossa viagem rumo a Casablanca, no Marrocos, onde deveremos chegar depois de amanhã.
Para nos adaptar ao horário local de Casablanca, hoje deveremos atrasar nossos relógios em uma hora.

 

Dia dedicado inteiramente à navegação.
Quando viajamos em navio podemos comprovar a veracidade do velho ditado popular Devagar se vai ao longe, pois apesar de nossa velocidade variar entre 30 e 35 quilômetros por hora, já nos encontramos a cerca de 4.500 km. de Recife, nossa última parada no Brasil.
Hoje o dia foi bem parado para nós.
Acordamos por volta das 09h00, tomamos nosso café da manhã, e ficamos apenas conversando e passando o tempo até o horário do almoço.
Depois do almoço eu fui tirar minha siesta e a Anete foi jogar baralho com alguns de nossos companheiros de viagem.
Jantamos às 19h30 e em seguida fomos ao teatro assistir ao show de hoje, onde um estilista criava trajes femininos quase que instantaneamente utilizando apenas alguns metros de pano. 
Amanhã cedo deveremos chegar a Casablanca, no Marrocos, nossa primeira visita a um país africano e seguidor do islamismo.

Dia 14 

DATA: 31/03/2011

MANHÃ:   Em trâsito marítimo entre Santa Cruz do Tenerife e casablanca

NOITE: Em trâsito marítimo entre Santa Cruz do Tenerife e Casablanca

FUSO HORÁRIO: 3 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 
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Dia 15 

DATA: 01/04/2011

MANHÃ:  Casablanca - Marrocos

NOITE: Em trâsito marítimo entre Casablanca e La Valletta - Malta

FUSO HORÁRIO: 3 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

     Hoje tivemos de acordar cedo para termos tempo de tomar nosso café da manhã antes de iniciarmos a excursão pela cidade de Casablanca, Marrocos.
Casablanca é uma cidade muito grande, com mais de 5 milhões de habitantes, situada na costa atlântica do Marrocos.
Fundada no séc. XV pelos portugueses, passou pelo domínio de várias potências ocidentais até os anos 50 do séc. XX, quando finalmente se libertou da França e passou a ser um país independente, adotando a monarquia absolutista como forma de governo.
O rei atual é Mohamed VI, filho de Hassan II e é um rei muito querido pela população por seu empreendedorismo em prol da modernização do país.
Casablanca é hoje uma cidade bem ocidentalizada, com todo o conforto e modernidade das grandes cidades ocidentais, como largas avenidas e prédios altos, embora ainda conserve também suas tradições árabes e muçulmanas.
Nas ruas é possível se ver pessoas trajando os trajes tradicionais árabes, ao lado de outras com trajes normais no mundo ocidental.
A moeda oficial é o Dirham, que hoje é cotado a 10 centavos de Euro.
Embora se trate de um país muçulmano, aqui se goza de total liberdade religiosa, existindo igrejas cristãs, católicas e evangélicas e também sinagogas judaicas.
Nosso tour começou com uma visita à Mesquita Hassan II, construída em 1995, e considerada a segunda maior mesquita do mundo, menor apenas que a mesquita localizada em Meca, na Arábia Saudita, o centro mundial do islamismo.
A mesquita realmente impressiona pela sua grandeza e beleza arquitetônica. Sua torre tem 200 metros de altura e tem capacidade para receber até 25.000 pessoas simultaneamente nos horários de orações.
A seguir fizemos um passeio pela avenida litorânea e também pela Igreja de Notre Dame de Lourdes.
A próxima parada foi num centro comercial de produtos típicos da região e depois fomos a um mercado de olivas, que na realidade vende de tudo, desde comidas típicas, frutas, souvenirs e vestimentas.
Voltamos ao navio por volta das 14h00, almoçamos no self-service do nono andar e em seguida eu, a Anete, o Danilo e a Elzinha resolvemos pegar um taxi e ir conhecer um bairro comercial típico árabe, chamado Medina.
O lugar é cercado por altas muralhas e é muito grande, com centenas de vielas que se cruzam, todas ladeadas por lojinhas onde se pode encontrar de tudo. 
Andamos muito e acabamos ficando meio perdidos no meio de tantas vielas parecidas, mas não fizemos compras, até porque não tínhamos o dirhan e nesse local eles não gostam de aceitar euros ou dólares. Além disso, nenhum de nós sabe falar árabe ou mesmo o francês, o que dificultava a comunicação.
Mesmo assim o passeio valeu muito a pena, pois nos divertimos muito e pudemos conhecer um local tipicamente árabe.
Voltamos ao navio por volta das 17h30, tomamos banho, jantamos e ficamos conversando até a hora de dormir.
Às 22h00 nosso navio deixou o porto de Casablanca e iniciamos nossa viagem em direção a La Valletta, na Ilha de Malta, onde deveremos chegar apenas na próxima segunda feira, dia 04 de abril, após dois dias inteiros só de navegação.
Hoje a meia noite deveremos adiantar nossos relógios em 01 hora, iniciando nossa adaptação ao horário de nossa próxima parada.

 

Dia 16 

DATA: 02/04/2011

MANHÃ:  Em trâsito marítimo entre Casablanca e La Valletta - Malta

NOITE: Em trâsito marítimo entre Casablanca e La Valletta - Malta

FUSO HORÁRIO: 4 horas a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Mais um dia inteiro só de navegação.
Durante o dia de hoje navegamos próximo à costa norte da África, e várias vezes pudemos ver algumas montanhas da Argélia e depois da Tunísia.
Levantamos às 09h00, tomamos o café da manhã no self-service do nono andar e em seguida eu e a Anete ficamos jogando cartas para passar o tempo até o horário do almoço.
Almoçamos por volta das 14h30 também no self-service do nono andar.
Em seguida eu fui assistir à segunda aula de italiano, enquanto a Anete ficou jogando cartas com alguns de nossos companheiros de viagem.
Depois da aula de italiano voltei ao restaurante do nono andar onde estava sendo servido o café da tarde e acabei comendo algumas bolachas, pães e bolos.
Com isso no horário do jantar estava completamente sem fome, e me contentei somente com a sobremesa, um sorvete de abacaxi bem gostoso.
Em seguida fomos assistir a um show musical muito bom com cantores e dançarinos. O show se chamava Da arca de Noé ao Costa Fortuna, e cada música representava um tipo de barco utilizado pelo homem ao longo da história.
Depois do show voltamos ao restaurante do nono andar para o lanche da noite, com direito a macarronada e pizza...
Na falta de algo melhor para fazer, o dia foi dedicado a comida.....
Amanhã por volta do meio dia deveremos chegar a Malta, onde participaremos de uma excursão para conhecer um pouco da ilha.

 

O dia hoje foi bastante movimentado.
Levantamos cedo para poder tomar nosso café da manhã em tempo de ver a aproximação de nosso navio ao porto de La Valletta, em Malta.
Havíamos sido avisados que a chegada a esse porto era algo imperdível pela beleza da topografia da ilha e das construções que se podem avistar do navio, e realmente nossas expectativas foram confirmadas. O local é simplesmente belíssimo....
As 12h30 iniciamos a excursão que havíamos comprado no navio e que nos levou a conhecer uma parte da ilha de Malta.
Malta é um país formado por 07 ilhas, sendo 04 delas habitadas, com uma população total de pouco mais de 400.000 habitantes, espalhados por suas 52 pequenas cidades.
A maior dessas ilhas é exatamente a Ilha da Malta, onde se localiza a capital administrativa do país, La Valletta.
A Ilha de Malta está localizada 90 km. ao sul da ilha italiana de Sicilia, e 240 km. ao norte da Líbia.
Os primeiros habitantes da ilha de Malta aqui chegaram cerca de 7.000 anos atrás.
Malta já esteve sob o domínio do Império Romano, dos árabes e mais recentemente da Inglaterra e tornou-se um país independente somente em 1975.
Em 2004 Malta passou a integrar a Comunidade Européia, adotando o Euro como moeda oficial. O regime de governo é a República Parlamentarista.
Aqui se falam 02 línguas oficiais, o maltês e o inglês, e o trânsito de veículos segue o padrão inglês, do lado contrário do nosso. O maltês é uma mistura de diversas línguas, tendo um som muito semelhante ao árabe. 
Nosso passeio se iniciou pela cidade de Mdina, uma cidade medieval construída a partir do ano 1.200 D.C., cercada de altos muros fortificados e com apenas dois portões de entrada. Suas ruelas estreitas ladeadas de construções de pedra nos levam a realmente pensar que estamos num cenário de filme da Idade Média.
Em Mdina se localiza a Catedral de San Paul, em homenagem ao Apóstolo Paulo que em uma de suas viagens naufragou próximo à Ilha de Malta e se salvou conseguindo chegar à praia nadando. Em Malta Paulo iniciou a pregação do Cristianismo que acabou se tornando a religião oficial da ilha. Hoje existem em Malta 365 igrejas católicas.
Outra cidade que visitamos foi Mosta, localizada bem na parte central da Ilha de Malta. Lá fomos conhecer a Igreja Paroquial que possui uma das maiores cúpulas do mundo.
Uma coisa que chama a atenção em todos os lugares que fomos é que as construções são todas feitas de pedras, e não são pintadas, tornando as cidades de uma única cor.
Voltamos ao navio às 17h00, e fomos direto ao self-service do nono andar tomar o café da tarde.
Às 18h00 o navio iniciou a viagem em direção à ilha grega de Corfu, onde deveremos chegar amanhã às 14h00.
Depois do jantar no restaurante do terceiro andar fomos assistir a um excelente show com um ventríloquo, no Teatro Rio. Embora shows com ventríloquos normalmente não sejam muito interessantes, esse realmente é uma exceção. 
Hoje deveremos, mais uma vez, adiantar nossos relógios em 01 hora, adotando o horário oficial de nossa próxima parada.

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Dia 18 

DATA: 04/04/2011

MANHÃ:  Em trânsito marítimo entre Casablanca e La Valletta (Malta)

NOITE: Em trânsito marítimo entre La Valletta (Malta) e Corfu (Grécia)

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Mais um dia inteiro só de navegação.
Durante o dia de hoje navegamos próximo à costa norte da África, e várias vezes pudemos ver algumas montanhas da Argélia e depois da Tunísia.
Levantamos às 09h00, tomamos o café da manhã no self-service do nono andar e em seguida eu e a Anete ficamos jogando cartas para passar o tempo até o horário do almoço.
Almoçamos por volta das 14h30 também no self-service do nono andar.
Em seguida eu fui assistir à segunda aula de italiano, enquanto a Anete ficou jogando cartas com alguns de nossos companheiros de viagem.
Depois da aula de italiano voltei ao restaurante do nono andar onde estava sendo servido o café da tarde e acabei comendo algumas bolachas, pães e bolos.
Com isso no horário do jantar estava completamente sem fome, e me contentei somente com a sobremesa, um sorvete de abacaxi bem gostoso.
Em seguida fomos assistir a um show musical muito bom com cantores e dançarinos. O show se chamava Da arca de Noé ao Costa Fortuna, e cada música representava um tipo de barco utilizado pelo homem ao longo da história.
Depois do show voltamos ao restaurante do nono andar para o lanche da noite, com direito a macarronada e pizza...
Na falta de algo melhor para fazer, o dia foi dedicado a comida.....
Amanhã por volta do meio dia deveremos chegar a Malta, onde participaremos de uma excursão para conhecer um pouco da ilha.

Dia 17 

DATA: 03/04/2011

MANHÃ:  Em trâsito marítimo entre Casablanca e La Valletta - Malta

NOITE: Em trâsito marítimo entre Casablanca e La Valletta - Malta

FUSO HORÁRIO: 5 horas a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Visitamos hoje um dos lugares mais lindos que já conheci: a ilha grega de Corfu.
A Grécia, berço da civilização ocidental, é formada por 700 ilhas, a maioria desabitada, e possui uma população total de apenas 11 milhões de pessoas.
Corfu é a segunda maior ilha da Grécia, e começou a ser habitada cerca de 2.800 anos atrás. Seus primeiros habitantes foram os coríntios, povo que vivia na cidade de Corinto, próximo a Atenas.
Atualmente a Grécia pertence à Comunidade Européia, adotando o Euro como moeda. A língua oficial é o grego, língua que influenciou também todas as línguas latinas. Cerca de 35 % de todas as palavras das línguas latinas são de origem grega. Além do grego, praticamente toda a população de Corfu fala também o inglês.
Seu regime de governo é a República Parlamentarista.
A religião predominante é a Igreja Ortodoxa, muito semelhante ao catolicismo, mas com algumas diferenças, como a permissão para que os padres se casem, o não uso de imagens e a não aceitação da infalibilidade do Papa.
Infelizmente o tempo que ficamos em terra foi muito pequeno, pois esse lugar certamente mereceria vários dias para ser conhecido. 
O navio atracou no porto de Corfu às 13h30, e logo em seguida iniciamos nossa excursão pela ilha.
Nossa primeira parada foi no mosteiro de Paleokastritsa, construído em 1226, e que está situado no topo de uma pequena montanha, e cujo acesso é feito por uma estradinha bem estreita e cheia de curvas. As paisagens que se pode ver durante o trajeto são tão espetaculares que nós decidimos descer a pé e tirar fotografias, enquanto o restante do grupo visitava o interior do mosteiro. 
Em seguida fomos visitar o a cidade de Kanoni, e depois retornamos ao centro da cidade de Corfu para um rápido passeio a pé pela praça principal e também pela Corfu antiga, com suas lojinhas de artesanato. 
Retornamos ao navio às 18h30 e logo em seguida o navio iniciou a viagem para nossa última parada antes de chegarmos a Veneza: Dubrovnic, na Croácia, onde deveremos chegar amanhã bem cedo.
À noite jantamos no restaurante formal do terceiro andar e em seguida fomos assistir a um ótimo show de música italiana denominado Sapore DItália
Hoje deveremos atrasar nossos relógios em 01 hora, para nos igualar ao horário oficial da Croácia.O dia hoje foi bastante movimentado.
Levantamos cedo para poder tomar nosso café da manhã em tempo de ver a aproximação de nosso navio ao porto de La Valletta, em Malta.
Havíamos sido avisados que a chegada a esse porto era algo imperdível pela beleza da topografia da ilha e das construções que se podem avistar do navio, e realmente nossas expectativas foram confirmadas. O local é simplesmente belíssimo....
As 12h30 iniciamos a excursão que havíamos comprado no navio e que nos levou a conhecer uma parte da ilha de Malta.
Malta é um país formado por 07 ilhas, sendo 04 delas habitadas, com uma população total de pouco mais de 400.000 habitantes, espalhados por suas 52 pequenas cidades.
A maior dessas ilhas é exatamente a Ilha da Malta, onde se localiza a capital administrativa do país, La Valletta.
A Ilha de Malta está localizada 90 km. ao sul da ilha italiana de Sicilia, e 240 km. ao norte da Líbia.
Os primeiros habitantes da ilha de Malta aqui chegaram cerca de 7.000 anos atrás.
Malta já esteve sob o domínio do Império Romano, dos árabes e mais recentemente da Inglaterra e tornou-se um país independente somente em 1975.
Em 2004 Malta passou a integrar a Comunidade Européia, adotando o Euro como moeda oficial. O regime de governo é a República Parlamentarista.
Aqui se falam 02 línguas oficiais, o maltês e o inglês, e o trânsito de veículos segue o padrão inglês, do lado contrário do nosso. O maltês é uma mistura de diversas línguas, tendo um som muito semelhante ao árabe. 
Nosso passeio se iniciou pela cidade de Mdina, uma cidade medieval construída a partir do ano 1.200 D.C., cercada de altos muros fortificados e com apenas dois portões de entrada. Suas ruelas estreitas ladeadas de construções de pedra nos levam a realmente pensar que estamos num cenário de filme da Idade Média.
Em Mdina se localiza a Catedral de San Paul, em homenagem ao Apóstolo Paulo que em uma de suas viagens naufragou próximo à Ilha de Malta e se salvou conseguindo chegar à praia nadando. Em Malta Paulo iniciou a pregação do Cristianismo que acabou se tornando a religião oficial da ilha. Hoje existem em Malta 365 igrejas católicas.
Outra cidade que visitamos foi Mosta, localizada bem na parte central da Ilha de Malta. Lá fomos conhecer a Igreja Paroquial que possui uma das maiores cúpulas do mundo.
Uma coisa que chama a atenção em todos os lugares que fomos é que as construções são todas feitas de pedras, e não são pintadas, tornando as cidades de uma única cor.
Voltamos ao navio às 17h00, e fomos direto ao self-service do nono andar tomar o café da tarde.
Às 18h00 o navio iniciou a viagem em direção à ilha grega de Corfu, onde deveremos chegar amanhã às 14h00.
Depois do jantar no restaurante do terceiro andar fomos assistir a um excelente show com um ventríloquo, no Teatro Rio. Embora shows com ventríloquos normalmente não sejam muito interessantes, esse realmente é uma exceção. 
Hoje deveremos, mais uma vez, adiantar nossos relógios em 01 hora, adotando o horário oficial de nossa próxima parada.

Dia 19 

DATA: 05/04/2011

MANHÃ:  Em trânsito marítimo entre La Valletta (Malta) e Corfu (Grécia)

NOITE: Em trânsito marítimo entre La Valletta (Malta) e Corfu (Grécia)

FUSO HORÁRIO: 6 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 20 

DATA: 06/04/2011

MANHÃ:  Dubrovinic - Croácia

NOITE: Em trânsito marítimo entre Dubrovinic (Croácia) e Veneza (itália)

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Acordamos bem cedo hoje para termos tempo de tomar o café da manhã antes do inicio da excursão pela cidade de Dubrovinic, Croácia.
Na cidade de Dubrovinic o porto é muito pequeno e não permite a ancoragem de navios de grande porte. Por essa razão nosso navio teve que ficar ancorado próximo à costa e tivemos que chegar ao porto utilizando os pequenos barcos que o navio carrega para o caso de alguma emergência.
Os primeiros habitantes de Dubrovinic foram os venezianos que fundaram a cidade e aqui permaneceram por vários séculos, até serem expulsos pelos turcos. A cidade então passou a pertencer ao Império Otomano.
Após a segunda guerra mundial a Croácia passou a fazer parte da antiga Yugoslávia, país integrante da União Soviética.
Somente em 1991 é que a Croácia conseguiu sua independência, após uma guerra sangrenta contra a Bósnia, que inclusive chegou a bombardear a cidade de Dubrovinic.
Hoje a Croácia vive basicamente do turismo e está tentando fazer parte da Comunidade Européia.
O sistema de governo é a República Parlamentarista, ou, como nossa guia frizou várias vezes, é uma República Católica.
A moeda local é a Kuna, cotada a 20 centavos de Dolar.
A língua oficial é o croata, mas praticamente toda a população também fala o inglês.
Novamente nossa parada na Croácia foi de apenas algumas horas, tempo insuficiente para que pudéssemos apreciar devidamente toda beleza de sua topografia.
Nossa excursão teve inicio na cidade velha de Dubrovinic, totalmente cercada por uma enorme muralha construída pelos venezianos para se protegerem dos inimigos. Essa parte do passeio foi feita totalmente a pé e incluiu visitas a igrejas e às antigas e estreitas ruas da cidade.
A seguir pegamos um ônibus que nos levou até o alto de uma montanha onde pudemos ter uma belíssima vista de toda a cidade antiga e arredores, bem como do Mar Adriático e suas águas claríssimas.
Ao voltarmos à cidade antiga foi concedido um tempo para que pudéssemos fazer compras de souvenirs.
Por volta das 11h30 decidimos voltar ao navio e tivemos de enfrentar uma enorme fila para conseguirmos nos acomodar nos barcos que faziam o transporte até o navio.
Almoçamos no restaurante self-service do nono andar e fomos arrumar nossas malas, já que hoje é nosso último dia a bordo.
À noite jantamos no restaurante do terceiro andar, assistimos a um show de músicas e danças.
Amanhã cedo chegaremos a Veneza, na Itália, o destino final deste cruzeiro.

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Dia 21

DATA: 07/04/2011

MANHÃ:  Veneza - Itália

NOITE: Veneza - Itália

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Estamos na Itália !
Depois de mais de 11.000 km. a bordo do Costa Fortuna, chegamos a Veneza, porto final de nosso cruzeiro.
A próxima etapa desta nossa viagem será por conta própria e incluirá um trecho de trem rápido e vários trechos de avião.
O desembarque hoje pela manhã foi bem mais tranqüilo do que estávamos esperando. Afinal, com cerca de 3.000 pessoas desembarcando ao mesmo tempo prevíamos um desembarque bem tumultuado.
Simplesmente saímos do navio no horário marcado, as 09h00, pegamos nossa mala no terminal de desembarque e estávamos liberados !
Não houve serviço de imigração, nem de controle de bagagens... Nem ao menos solicitaram a apresentação de nossos passaportes.
Simplesmente desembarcamos como se estivéssemos dentro do Brasil.
Logo após o desembarque guardamos nossas malas num depósito oferecido pela Costa Cruzeiros e iniciamos o tour que havíamos comprado.
A primeira parte da excursão foi feita de barco até um terminal próximo à famosa Praça São Marcos, principal ponto turístico de Veneza.
A seguir fomos caminhando até o ponto de partida das gôndolas, atravessando a Praça São Marcos. 
Fizemos um passeio de gôndola de cerca de meia hora e retornamos caminhando até o terminal onde se encontrava o barco que nos levou de volta ao porto.
Chegando ao porto, retiramos nossas bagagens do depósito e fomos procurar um taxi que nos levasse até o hotel.
Como em Veneza não existem ruas para o tráfego de carros, tivemos que procurar um Taxi Aquático.
Entretanto, quando chegamos ao ponto de embarque nos taxis, fomos informados de que não havia mais taxis disponíveis, e que o escritório estava se fechando.
Assim, estávamos nós, com todas as nossas bagagens sem que soubéssemos o que fazer!
Felizmente apareceu uma moça que sabia falar inglês e que disse que poderia nos arrumar outro taxi, embora o preço pedido fosse bem alto: 230 Euros !!!!
Depois de muita negociação, e até por não termos outra alternativa, acabamos fechando em 160 Euros para o grupo todo, incluindo a bagagem. E assim fomos nós num barco super lotado até o hotel que havíamos reservado: Palazzo Rosa.
O hotel é bem ruinzinho, num prédio muito antigo, sem elevador, sem frigobar, sem ar condicionado, sem café da manhã e até sem qualquer pessoa no prédio. Nós temos a chave do prédio para poder entrar e sair.
Mas tudo bem, serão apenas duas noites por aqui....
Veneza é uma cidade bem complicada para se locomover. Como não existem carros, tudo tem que ser feito a pé, ou pegando os barcos que são muito caros. Existem também os barcos ônibus, que eles chamam de Vaporeto, mas a passagem custa 6,50 Euros por pessoa ! Deve ser o transporte coletivo mais caro do mundo.
É claro que a cidade é muito bonita, com seus casarões muito antigos e dezenas de igrejas, além dos canais que cortam a cidade inteira em todos os sentidos.
Fundada por volta do 1.100, Veneza já foi uma das cidades mais importantes da Europa, constituindo-se num estado independente por vários séculos e sendo uma potencia marítima e comercial da época.
Atualmente Veneza possui apenas 60.000 habitantes, e vive quase que exclusivamente do turismo.
Após nos acomodarmos em nosso hotel, resolvemos ir, caminhando, até a Estação Ferroviária para comprar nossas passagens para depois de amanhã seguirmos de trem rápido até Roma. Foram cerca de 2 km. para ir e outro tanto para voltar, caminhando pelas ruelas e atravessando os canais pelas pequenas pontes que aqui existem por toda a cidade.
À noite fui comer no Mc Donalds, bem perto de nosso hotel e depois acompanhei a Anete e o restante do nosso grupo até um restaurante onde comeram pizzas.

 

Nosso segundo dia em Veneza foi totalmente por nossa conta, sem qualquer excursão contratada, sem o auxilio de guias, confiando apenas num pequeno mapa da cidade que conseguimos arrumar.
Como o hotel não oferece café da manhã, eu comprei uma coca-cola e comi algumas bolachas que trouxe desde o Brasil.
Em seguida eu, Anete, Marilicia, Péricles e sua esposa Maria Aparecida iniciamos uma caminhada pelas ruelas de Veneza, seguindo sempre em direção a Praça São Marcos.
A impressão que temos é que ninguém mora em Veneza, pois em todas as ruas só se vê lojas, bares e restaurantes.
Apesar de Veneza ser uma cidade que praticamente vive do turismo, na verdade o turista não recebe uma boa acolhida por aqui. Tanto os vendedores quanto os garçons são em sua maioria muito grosseiros e mal educados.
Além disso, apesar de o meio de locomoção mais comum ser mesmo a pé, praticamente não existem lugares onde se possa sentar e descansar um pouco. As únicas cadeiras que se vê são as dos bares e restaurantes e mesmo assim tem de se pagar pelo uso delas, mesmo que estejamos consumindo os produtos que eles vendem. Quando se compra alguma coisa eles perguntam se vamos sentar. Se respondermos afirmativamente o preço do produto é acrescido do valor cobrado pelo uso da cadeira. Normalmente esse valor é de 1,50 Euros por cadeira utilizada, mas dependendo do lugar pode ser bem maior. Na Praça São Marcos, por exemplo, o preço é de 8,40 Euros.
Dependendo do que se consome, o preço do uso da cadeira pode até ultrapassar o do produto consumido.
Hoje eu estava sentado em uns degraus existentes na Praça São Marcos, próximo a umas cadeiras de um restaurante. Quando me viu o garçom veio até mim e de forma bem grosseira exigiu que eu saísse de lá, inclusive ameaçando chamar a policia. Ou seja, nem no chão se pode sentar de graça nesta cidade.
É difícil de entender como uma cidade tão pouco receptiva ao turista pode receber tantos turistas do mundo inteiro.
Em minha opinião Veneza é uma cidade para se visitar uma única vez na vida e nunca mais retornar. Apesar de sua inegável beleza arquitetônica e de seu formato único no mundo por causa de seus canais, oferece pouco conforto ao turista e não se tem muito mais o que fazer a não ser ver seus edifícios antigos e comprar em suas lojinhas.
Além disso, é uma cidade muito cara. 
Hoje tivemos um acidente com uma das integrantes de nosso grupo, graças a Deus sem maiores conseqüências, mas que poderia ter tido um desfecho bem pior.
A amiga da Marilicia, Elzinha, de 73 anos de idade se aproximou muito de um dos canais para observar melhor, e não reparou que o chão estava cheio de limbo bem escorregadio.
O resultado foi um escorregão e um mergulho dentro do canal !!!!!
Por sorte o Ivan, filho do Carlinhos, estava por perto e conseguiu segurar seu braço erguido e, com a ajuda de outras pessoas que estavam por perto, puxá-la de volta para a terra, pois ela não sabe nadar.
Além de algumas dores provocadas pela queda, e as roupas e todos os seus pertences, inclusive dinheiro, documentos e máquina fotográfica, sujos e encharcados, nada de pior aconteceu.
A preocupação agora é com as conseqüências, pois ela chegou a engolir um pouco de água do canal, que é totalmente poluído e inclusive exala um mal cheiro bem característico.
A Elzinha deve ter sido a primeira turista a experimentar o gosto de nadar num dos canais de Veneza !!!!!
Voltamos ao nosso hotel por volta das 16 horas e eu fui usar a internet.
À noite saímos para tomar um lanche no Mc Donalds, único lugar desta cidade onde não se paga para sentar nas mesas.
Amanhã deveremos acordar cedo para arrumar as malas, descer as escadas com elas e leva-las até o canal mais próximo onde um taxi aquático nos levará até a Estação Ferroviária onde pegaremos um trem rápido até Roma.

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Dia 22 

DATA: 08/04/2011

MANHÃ:  Veneza - Itália

NOITE: Veneza - Itália

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 23 

DATA: 09/04/2011

MANHÃ:  Veneza - Itália

NOITE: Roma - Itália

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Dia de viajar novamente.
Levantamos cedo, tomamos café da manhã com o Péricles e a Maria Aparecida, e em seguida fomos buscar nossas malas. Como já esperávamos foi realmente um sufoco descer todas aquelas escadas com as pesadas malas que temos e leva-las até a beira do canal à espera da chegada de nosso taxi-aquático.
Ao chegarmos à Estação Ferroviária, nova trabalheira para levar todas aquelas malas escadarias acima até a plataforma onde embarcamos no trem rápido que nos trouxe até Roma.
Ao contrario dos aviões, onde a bagagem segue separada dos passageiros, no trem a gente mesmo tem de levar as malas para dentro e encontrar um lugar para coloca-las. Por sorte nossos lugares eram os últimos do último vagão, e ao lado tinha um bom espaço para a colocação de bagagens. Mesmo assim, ocupamos todos os espaços disponíveis e ainda usamos uma parte do corredor. 
O trem é muito confortável e silencioso e, embora não seja um trem bala japonex, muito rápido mesmo. Gastamos menos de 4 horas para cobrir os 600 km. que separam Veneza de Roma, mesmo com as 04 paradas que ele fez no trajeto: Veneza Maestre, Padova, Bologna e Firenze.
Na chegada, novo sufoco com as malas, até encontrar-mos um taxi para nos trazer até o hotel. Viemos em 04 pessoas num taxi, mais 8 malas. Se o taxi não fosse do tipo perua, não teria cabido.
Os demais integrantes do nosso grupo preferiram vir a pé, já que a distãncia não era tão grande.
Hospedam-nos no Hotel Taormina, um hotel que também deixa muito a desejar em matéria de conforto, mas que é um pouco melhor do que o que estávamos em Veneza.
Aqui também não tem elevador, frigobar no quarto, internet, nem carregadores de malas. Para nossa sorte o atendente do hotel nos permitiu que as malas fosse transportadas pelo elevador do hotel vizinho, com o qual nosso hotel tem uma ligação para ser utilizada em casos de incêndio. 
Após nos alojarmos, eu, Anete, meu tio Péricles e sua esposa Maria Aparecida fomos até um restaurante próximo daqui para almoçar. Depois de muito tempo, finalmente tive uma refeição que me agradou: bife à milaneza com arroz e batatas fritas. Apesar de meio caro, esse almoço valeu a pena.
A seguir, resolvemos pegar um ônibus circular que nos levou próximo ao Coliseu, o qual só vimos por fora, pois já estava anoitecendo. Fomos também, de ônibus, à famosa Fontana di Trevi e depois retornamos ao nosso hotel, de taxi.
Amanhã pretendemos realmente conhecer esses e outros pontos turísticos de Roma, já que de dia é muito mais interessante.

 

Dia dedicado a conhecer Roma, ou pelo menos conhecer seus pontos turísticos mais importantes.
Logo após o bom café da manhã servido pelo hotel, eu, a Anete, a Marilicia, o Péricles e sua esposa Maria Aparecida, tomamos um ônibus circular e fomos até a Estação Terminal, a mesma onde chegamos a Roma vindos de Veneza. Os demais integrantes de nosso grupo resolveram ir ao Vaticano, pois, sendo hoje um domingo, o Papa costuma aparecer em uma janela. Nós preferimos visitar o Vaticano amanhã, pois sabíamos que domingo é um dia em que muita gente vai para lá. 
Na Estação Terminal compramos tickets para utilização dos ônibus turísticos que percorrem os pontos turísticos mais importantes da cidade. Com esses tickets, que custaram 27 Euros por pessoa, temos o direito de entrar e sair dos ônibus durante 48 horas. Pode-se descer em cada parada, visitar o lugar, e quando quiser continuar o circuito, basta tomar o próximo ônibus, que passam a cada 20 minutos.
Nossa intenção era fazer o primeiro percurso sem descer do ônibus, apenas para ter uma visão geral dos monumentos a serem visitados, e, numa segunda viagem, descer naqueles pontos que mais nos interessassem. 
Fizemos o primeiro percurso, tiramos muitas fotos, mas no inicio do segundo tour tanto a minha máquina fotográfica quanto a do meu tio Péricles acabaram a bateria. Assim, julgamos que não valeria a pena descer para fazer as visitas sem poder fotografar, e resolvemos completar novamente o circuito e somente amanhã, fazer as visitas mais detalhadamente.
Roma é realmente uma cidade maravilhosa. É um verdadeiro museu de história ao vivo.
Para cada lado que se olha se vê um prédio muito bonito, construído há muito tempo atrás, mas que ainda hoje é muito bem conservado.
A cidade de Roma foi fundada há 2.700 anos, e conta atualmente com uma população de 3,5 milhões de habitantes. O transito é bem intenso e um pouco caótico também, pelo costume dos motoristas de não respeitarem muito as regras de trânsito. Aliás, achei todo o comportamento do povo romano muito semelhante ao do povo brasileiro, tanto nas características boas, como amabilidade e simpatia, como nas ruins também, como o hábito de jogar papais e bitucas de cigarro em qualquer lugar das ruas e calçadas, e também sempre conversar falando muito alto.
Agora eu sei de onde nós herdamos esse comportamento. Nós brasileiros somos muito mais parecidos com os italianos do que nós pensamos.
Voltamos para nosso hotel, de bonde, por volta das 07h00 da noite, e após tomarmos um banho demos uma saída para comer uma pizza num restaurante bem próximo daqui.
Amanhã, já com as baterias das máquinas fotográficas carregadas, pretendemos novamente tomar os ônibus turísticos e descer no Coliseu, no Vaticano e na Fontana di Trevi.

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Dia 24 

DATA: 10/04/2011

MANHÃ:  Roma - Itália

NOITE: Roma - Itália

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

 

 

Dia 25 

DATA: 11/04/2011

MANHÃ:  Roma - Itália

NOITE: Roma - Itália

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

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Conforme havíamos programado, hoje nos dedicamos a visitar os principais pontos turísticos de Roma.
Logo após o bom café da manhã no hotel, pegamos o bonde que passa na rua em frente e fomos até a Estação Termini, misto de Estação Ferroviária, Estação Rodoviária e Metrô.
Na Estação Termini novamente embarcamos no ônibus turístico e iniciamos o tour pela cidade.
Nossa primeira parada foi no Coliseu, o imenso estádio construído no ano 100 A.C., e que era palco das lutas dos gladiadores, que normalmente terminavam com a morte de um dos lutadores. O Coliseu tinha capacidade para 200 mil espectadores sentados e foi construído em apenas 08 anos por cerca de 45.000 trabalhadores escravos. Embora hoje esteja em ruínas, ainda impressiona pela grandiosidade de suas colunas e arcos.
A seguir embarcamos outra vez no ônibus turístico e nos dirigimos à Praça Veneza, onde existe um monumento militar muito grande e muito bonito.
Nossa próxima parada foi no Vaticano, onde visitamos a Basílica de São Pedro, a maior igreja católica do mundo. A arquitetura dessa basílica é muito bonita e a decoração interna impressiona pela riqueza de detalhes, e a quantidade de pinturas e obras recobertas com ouro. 
A última parada do dia foi na Fontana di Trevi, onde aproveitamos também para almoçar, já que eram quase 15h00 e estávamos apenas com o café da manhã.
Como hoje foi uma segunda feira acreditávamos que haveria menos pessoas nos monumentos, mas não foi o que vimos. Todos os lugares que visitamos estavam lotados de turistas e de estudantes em excursão cultural. 
Esta semana é designada aqui como Semana Cultural, o que por um lado nos trouxe uma vantagem, já que todos os monumentos não estão cobrando ingresso, mas por outro lado isso também faz com que aumente muito o número de visitantes.
Retornamos ao nosso hotel por volta das 18h00 e nem quisemos sair para jantar. Compramos algumas coisas num supermercado próximo daqui e improvisamos um lanche no próprio hotel.
Amanhã levantaremos bem cedo, pois temos de tomar o avião que nos levará até Lisboa.

 
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Dia de mudança novamente.
Levantamos bem cedo hoje para podermos tomar nosso café da manhã antes que chegasse o taxi que havíamos contratado para nos levar até o aeroporto de Fiumicino.
Novamente utilizamos o elevador do hotel vizinho para conseguir descer nossas malas sem ter de fazer muito esforço.
As 07h40 o taxi chegou. Ainda bem que era uma mini van, com bastante espaço para caber toda a nossa bagagem e a do Péricles e sua esposa. Gastamos cerca de 50 minutos até chegar ao aeroporto.
O aeroporto de Roma nos pareceu bem pequeno para o grande número de turistas que a Itália recebe.
Ao meio dia iniciamos nosso vôo em direção a Lisboa, onde chegamos em menos de 03 horas. Tivemos um vôo bem tranqüilo e confortável. Os assentos da TAP são bem macios e eu até consegui dormir um pouco.
A primeira impressão que tivemos de Lisboa foi bastante positiva. Além dos preços aqui serem muito menores que na Itália, o povo é muito mais simpático e prestativo. Sempre que pedimos alguma informação eles nos dão todas as explicações e muitas vezes nos acompanham para nos mostrar o lugar que necessitamos ir.
Hospedamo-nos no Residencial Castromira, na região central da cidade. Infelizmente, mais uma vez o hotel que nos foi indicado ficou muito abaixo daquilo que necessitaríamos. Aliás, em termos de acomodação este é o pior hotel que já ficamos nesta viagem. 
Ainda bem que fizemos reserva apenas por 03 dias, embora nossa estadia em Portugal esteja prevista para ser de 06 dias. Assim, vamos procurar um hotel melhor para os últimos 03 dias. 
Após colocarmos nossas malas no hotel tomamos o metro que passa bem perto daqui e fomos até a Estação Oriente, onde está localizado o Centro Comercial Vasco da Gama, um excelente Shopping, onde almoçamos, pois já passava das 16h00.
Encontramos um restaurante chamado Okilo Comida à Brasil. Excelente !!!
Pedimos um churrasco misto, com arroz, feijão, picanha, carne de porco, lingüiça, batata frita e salada. Além de delicioso foi também muito barato: apenas 5,50 Euros por pessoa. A melhor e a mais barata refeição que já fizemos nesta viagem.
Depois do almoço fomos caminhar no Parque das Nações, situado bem em frente do Shopping, às margens do Rio Tejo.
Esse parque é um local muito bonito, com muitas árvores, grandes áreas gramadas, diversos restaurantes, e até um teleférico que faz o seu percurso sobre as águas do Rio Tejo. É claro que não podíamos deixar de dar uma voltinha nesse teleférico.
Novamente pegamos o metrô para voltar ao hotel, onde chegamos por volta das 20h30.
Como comemos muito no almoço, nem saímos para jantar.

Dia 26 

DATA: 12/04/2011

MANHÃ:  Roma - Itália

NOITE: Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 27 

DATA: 13/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE:Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Tivemos hoje o dia mais tumultuado de nossa viagem.
Logo pela manhã descobrimos que o hotel Castromira, apesar de informar que o café da manhã estava incluído na diária, na verdade fornece um vale para que se tome o café num bar situado a um quarteirão de distância. E esse vale só serve para um menu previamente escolhido por eles, muito fraquinho. Tivemos de pagar mais um pouco para poder comer algo decente.
Como o hotel Castromira é realmente uma porcaria, resolvemos nos mudar.... Perdemos as duas diárias que já havíamos pago antecipadamente e nos mudamos para o Hotel Almirante, muito melhor, onde estamos pagando 60 Euros a diária de casal. Pelo menos aqui temos o conforto necessário, sem ter que colocar tudo no chão já que no Castromira, não existe nenhuma mesa ou cadeira para se colocar nossas coisas.
Assim, começamos o dia carregando nossas malas escada abaixo... Pegamos um taxi que levou as malas e o Péricles até o nosso novo hotel, enquanto nós fomos a pé mesmo.
A seguir fomos de taxi até a Praça dos Restauradores onde compramos tickets para os ônibus turísticos de dois andares.
A intenção mais uma vez era fazer uma primeira volta completa e só na segunda vez começarmos a dar as paradas. 
Só que no inicio da segunda volta eu descobri que haviam me roubado a carteira, com todo o meu dinheiro, meus dois cartões de crédito e vários documentos brasileiros.
Logicamente fiquei apavorado e pedi para descer. 
Por sorte descemos quase em frente a uma agência do Banco do Brasil onde eu pedi que me telefonassem para minha agência no Brasil e comuniquei o fato ao meu gerente de relacionamento, solicitando o bloqueio dos cartões e a emissão de outros.
Em seguida fui até uma delegacia de polícia para registrar o roubo. Os policiais foram muito educados, mas demoraram o que me pareceu uma eternidade para terminar o trabalho. Eles disseram que, caso minha carteira seja achada, eles se encarregarão de entrar em contacto com o hotel onde estamos hospedados para nos avisar.
Depois de registrada a ocorrência, voltamos ao local onde eu havia usado a carteira pela última vez, numa tentativa inútil de localizar pelo menos os documentos.
Como não conseguimos nada, eu e a Anete voltamos para o hotel, até porque eu não tinha mais animo para continuar a passear, e também já eram quase 5 horas da tarde.
Por sorte a Anete também tem o cartão dela, o que nos possibilitou efetuar um saque, já que todo o dinheiro que tínhamos estava na carteira.
E depois ainda dizem que o Brasil é um país perigoso !
Tenho 60 anos de idade e nunca foi roubado no Brasil. Tinha de acontecer logo na Europa !!!!
Para relaxar a melhor coisa foi tomar um banho e ficar no hotel, não saindo nem para jantar.
Amanhã espero estar mais calmo e poder continuar nosso passeio de ônibus.

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Passamos o dia todo passeando por Lisboa nos ônibus turísticos e descendo nos pontos que julgamos mais interessantes.
Levantamos cerca de 09h00, tomamos um bom café da manhã no próprio hotel, e em seguida pegamos um ônibus circular que nos levou próximo à Praça da Figueira, ponto de inicio do tour dos ônibus turísticos.
Tomamos o ônibus que fazia a mesma linha que fizemos ontem, só que desta vez com a intenção de irmos parando nos pontos turísticos que mais nos interessassem.
Nossa primeira descida foi na Torre de Belém, uma construção bem antiga às margens do Rio Tejo. No parque ao lado da torre existe uma réplica do primeiro avião que cruzou o Atlântico Sul, em 1.922, saindo de Lisboa e indo até o Rio de Janeiro, pilotado por Sacarura Cabral e Gago Coutinho. É difícil imaginar como foi possível cruzar o Oceano Atlântico a bordo de um avião como aquele.
Em seguida pegamos novamente o ônibus e fomos até ao Monastério dos Jerônimos, uma enorme construção de 1.501, e que possui uma igreja muito bonita, ricamente decorada, com paredes em mármore e pinturas nos tetos.
Ao lado do monastério existe também um restaurante que se intitula A única fábrica dos Pasteis de Belém. A Anete e a Maria Aparecida comeram e gostaram muito. Eu provei um pequeno pedaço e não achei nem um pouco gostoso.
Nossa próxima parada foi novamente na Praça da Figueira onde trocamos de ônibus e fizemos o outro circuito a que tínhamos direito, no sentido oposto ao feito pela manhã.
Fizemos uma parada em frente ao Shopping Vasco da Gama, onde novamente almoçamos no restaurante O Kilo  Sabor à Brasil. Comi muito....
Em seguida pegamos novamente o ônibus e fomos até o ponto final, a Praça da Figueira.
Com isso percorremos Lisboa de ponta a ponta, passando por praticamente todos os seus pontos de maior interesse turístico.
Lisboa é realmente uma cidade linda, alternando área com construções bem antigas e outras com estilo moderno, com largas avenidas e prédios altos.
Aliás, deve se ressaltar que Lisboa não possui realmente monumentos muito antigos como Roma, por exemplo, apesar de ter sido fundada 1.200 anos antes de Cristo. Acontece que, em 1.755, Lisboa sofreu um terremoto de grandes proporções que praticamente destruiu a cidade inteira, deixando muito pouca coisa em pé. Assim, todas as construções que hoje existem foram construídas após aquele ano trágico.
Lisboa conta hoje com uma população de cerca de 600 mil habitantes, mas se for considerada toda a área metropolitana a população chega próximo a 2 milhões.
Como praticamente já esgotamos tudo o que tínhamos para ver em Lisboa, e ainda temos mais 03 dias em Portugal, eu e a Anete, junto com o Péricles e a sua esposa, resolvemos alugar um carro para, a partir de amanhã, também podermos conhecer locais próximos a Lisboa. A intenção é sair de manhã, visitar alguma cidade que não seja muito longe, e retornar a Lisboa ao entardecer.
Os demais integrantes do grupo vão ficar mais tempo em Portugal e já alugaram um carro. Amanhã eles seguirão até a cidade de Porto, a 300 km. de Lisboa, onde pernoitarão e depois iniciarão a viagem de volta a Lisboa parando em algumas cidades pelo caminho.

Dia 28 

DATA: 14/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE:Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 29 

DATA: 15/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE:Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Logo após tomarmos nosso café da manhã no hotel, chegou o funcionário da Budget Rent a Car, trazendo o carro que havíamos encomendado ontem. Alugamos um Fiat Punto, pagando 60 Euros por dia, com todos os seguros e taxas incluídos. Logicamente esse valor será dividido entre nós e o meu tio Péricles.
Nosso primeiro destino foi a cidade histórica de Sintra, localizada a uns 20 km. de Lisboa. Sintra é uma cidade bem pequena, com ruas muito estreitas, mas com um grande conjunto arquitetônico histórico.
Paramos um pouco no centro de Sintra, onde tiramos algumas fotos e a seguir fomos à Quinta da Regaleira, um enorme palácio construído no meio de um jardim imenso. Apesar da mansão estar em reformas deu para perceber a riqueza e o conforto em que viviam seus proprietários.
A seguir fomos até o Palácio da Pena, um palácio de verão utilizado por alguns reis de Portugal e que foi construído sobre as ruínas de um antigo monastério parcialmente destruído pelo grande terremoto de 1.755. O palácio está localizado no alto de uma montanha, com uma vista belíssima de toda a região de Sintra. O local impressiona pelo tamanho da residência e pela riqueza da decoração. 
Nossa próxima visita foi ao Palácio Nacional de Queluz, uma réplica do Palácio de Versalhes. Também impressiona pela beleza e pelo tamanho.
Já no final da tarde fomos conhecer a Praia da Maçã e o Cabo da Roca, o ponto extremo oeste da Europa. 
Retornamos ao hotel por volta das 19h00, guardamos o carro na garagem e pegamos o metrô para ir até o Centro Comercial do Chiado, localizado bem no centro da cidade. Preferimos ir de metrô porque na região central é muito difícil estacionar o carro, e a estação do metrô é dentro do prédio do Centro Comercial. 
Fomos até lá para ter nossa primeira refeição de verdade de hoje, já que durante os passeios comemos apenas alguns salgados e estávamos com muita fome. Eu novamente encontrei um restaurante que servia comida brasileira e comi arroz, feijão, linguiça, batata frita, ovo frito, banana frita e farofa. Veio tanta comida que apesar de estar com muita fome não consegui comer tudo. E o melhor foi o preço: apenas 3,98 Euros. Realmente a comida aqui em Portugal é muito barata.
Voltamos para o hotel também de metrô e fui tomar um banho e dormir, pois apesar de termos tido hoje um dia muito interessante, foi também bem cansativo.

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Fizemos hoje um trajeto para conhecer o litoral próximo a Lisboa, a bordo do Fiat Punto que alugamos ontem.
Iniciamos nosso percurso atravessando a Ponte Vasco da Gama, uma ponte de 16 km. sobre o Rio Tejo, e que liga a cidade de Lisboa à cidade de Montijo.
Demos uma pequena parada em Montijo para tirar algumas fotos e seguimos em direção à cidade de Almada, sempre margeando o Rio Tejo, até a Ponte Velha, a primeira ponte construída sobre aquele rio. 
Atravessando a ponte voltamos a Lisboa, já em sua zona leste, próximo à Torre de Belém. Demos outra parada no restaurante que fabrica o famoso pastel de Belém, para um pequeno lanche.
Em seguida seguimos pela avenida que segue paralela ao mar, em direção à cidade de Cascais. 
No caminho demos uma parada na cidade de Estoril, onde também tiramos algumas fotos.
Chegando a Cascais, colocamos o carro em um estacionamento e fomos passear pela praia. Como hoje o dia estava muito quente havia muita gente tomando sol na praia.
Almoçamos em Cascais e iniciamos a viagem de volta, sempre pela avenida à beira mar, mas agora parando em todos os lugares possíveis para tirarmos fotos.
O visual dessa avenida é muito bonito, alternando pequenas praias com penhascos rochosos, antigas fortalezas e inúmeros restaurantes. 
Voltando a Lisboa demos uma parada na zona central da cidade para que a Anete e a Maria Aparecida pudessem ir a algumas lojas.
Voltamos ao hotel por volta das 19h30 e fomos tomar banho e descansar um pouco.
À noite saímos para tomar um lanche na Cafeteria Capri, não muito longe daqui.

Dia 30 

DATA: 16/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE:Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Em nosso último dia completo em Portugal tivemos um dia mais calmo, para termos tempo de arrumar nossas coisas pois amanhã cedo deveremos ir para o aeroporto e pegar o avião para Viena, na Áustria.
Assim, pela manhã pegamos o nosso carro e fomos até o Centro Comercial Vasco da Gama pois a Anete queria fazer algumas compras de recordações de Portugal. Enquanto ficamos no Shopping o Péricles e sua esposa foram até o Oceanário, que fica bem próximo de lá. 
A seguir fomos até o centro da cidade pois a esposa do Péricles queria ir a um restaurante que ela fora anteriormente e que faz um excelente prato de bacalhau assado no carvão. A Anete também gostou muito.
Por volta das 16h30 voltamos ao hotel para arrumar as malas.
À noite fomos caminhando até um restaurante próximo daqui para um lanche. 

Dia 31

DATA: 17/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE: Lisboa - Portugal

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 33

DATA: 19/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Hoje, depois de muitos dias, não coloquei despertador para acordar, até porque queria dormir o máximo que pudesse, para descansar um pouco da correria que temos tido nos últimos dias.
Acordamos quase 10h00 da manhã e tomamos nosso café aqui mesmo no apartamento. O Ric havia nos dado alguns pães que aqui são comprados semi prontos, bastando colocá-los alguns minutos no forno para se ter um pão muito semelhante ao comprado na padaria logo após ser assado. Acrescentamos umas bolachas que eu trouxe do Brasil e pronto: tínhamos o nosso café da manhã.
Ao meio dia o Ric chegou de sua aula de alemão e saímos para passear um pouco por Viena. Primeiro passamos por um supermercado onde compramos alguns produtos alimentícios para prepararmos na nossa cozinha no hotel.
Em seguida pegamos o metrô e fomos até o Rio Danúbio.
Almoçamos num shopping próximo ao Danúbio e depois fizemos uma caminhada por suas margens. O local foi transformado num parque, com muita área verde e locais para descansar e apreciar a vista. Realmente um local muito bonito.
Retornamos ao hotel por volta das 18h00.
À noite a Anete preparou um jantar para todos nós. Tivemos arroz, feijão, bife à milanesa, salada e ovo frito. A comida estava muito gostosa e o fato de termos a companhia do Ric e da Elisângela deixou o jantar ainda melhor.

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Tivemos um dia bem relaxante hoje. Aliás, depois de mais de um mês viajando, com atividades praticamente todos os dias, estávamos mesmo precisando de uma pausa.
Levantamos quase 10h00 da manhã, tomamos nosso café, e fomos até o apartamento do Ric usar a excelente internet dele, enquanto aguardávamos que ele voltasse de sua aula de alemão.
Quando ele chegou nos contou que acabara de receber um telefonema chamando-o para uma entrevista de emprego e que estava indo para lá.
Preferimos continuar esperando-o no apartamento até que ele voltasse, o que ocorreu somente as 14h00.
Somente então saímos de casa e fomos, de ônibus circular, até o escritório da HDL, uma empresa de transporte de encomendas. Nossa intenção era verificar preço para despachar uma de nossas malas, e assim evitarmos de pagar excesso de bagagem novamente. Entretanto o preço que eles pediram foi muito acima do que pagamos pelo excesso de bagagem e portanto, não compensava mandar por eles.
Apesar disso, a ida até o escritório foi bem interessante, pois cruzamos Viena praticamente inteira. A viagem daqui até o escritório da HDL demorou quase uma hora e meia.
Na volta, de metrô, aproveitamos para parar em um mercado de pulgas, um local onde se vende quase de tudo, a preços bem razoáveis. Aproveitamos também para tomar um lanche e tirar algumas fotos dos arredores.
Passamos também numa agência dos Correios e verificamos que o preço que eles cobram para mandar uma mala para o Brasil fica em torno de 120 Euros, o que já é bem interessante, comparado com os 280 Euros que pagamos só para trazer de Lisboa para cá. Amanhã tentaremos despachar uma mala e resolver de vez esse problema.
Voltamos para nosso hotel por volta das 19h00 e a Anete foi preparar um jantar brasileiro para nós e um casal de amigos da Elisângela.
Jantamos muito bem, com arroz, feijão, croquete de carne e salada.

Dia 34

DATA: 20/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 35

DATA: 21/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Logo após tomarmos nosso café da manhã fomos até o apartamento do Ric utilizar a internet dele enquanto aguardávamos sua volta do curso de alemão.
Quando ele chegou fomos até uma agência dos Correios despachar uma de nossas malas para o Brasil, diminuindo assim o peso de nossa bagagem. Pagamos 112 Euros para remeter a mala diretamente para o Brasil. De acordo com a pessoa que nos atendeu, a entrega deve ocorrer entre 2 e 3 semanas. Só espero que um dia a gente veja nossa mala novamente....
A seguir fomos até o Parque Schonbrunn, uma imensa área verde localizada bem perto do nosso hotel.
Esse parque antigamente era o jardim do Palácio Schonbrunn, onde viveu a Princesa Leopoldina até se casar com D. Pedro I e se mudar para o Brasil. 
O Palácio hoje é um museu, e no jardim existe uma área onde está localizado o zoológico de Viena, que segundo consta seria o primeiro zoológico do mundo. 
Em frente ao palácio está instalada uma Feira de Páscoa com dezenas de barracas vendendo artigos relacionados a essa data. O interessante é que aqui não se usa fazer grandes ovos de chocolate como no Brasil. O máximo que se vê são pequenos ovos decorados.
O parque é tão grande e tão bonito que não tivemos tempo de ver nem os lugares mais interessantes, e por isso pretendemos voltar lá amanhã.
Saindo do parque pegamos o metrô e o trem e fomos até o aeroporto aguardar a chegada da Marilicia, da Elzinha e do Danilo, nossos companheiros de viagem que haviam permanecido mais tempo em Lisboa.
Após levá-los para se registrar no hotel, saímos todos para jantar num restaurante muito bom aqui perto. Eu comi bife à milanesa com arroz e batatas. Estava uma delicia, embora o preço tenha sido bem caro. Aliás, quase tudo por aqui é muito caro, principalmente a comida.

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Logo após o café da manhã fomos novamente ao Palácio Schonbrunn, para completarmos o passeio que iniciamos ontem.
Ficamos também sabendo que foi nesse palácio que viveu a Princesa Sissi, protagonista de uma série de filmes que fez muito sucesso no mundo inteiro na década de 50.
Ficamos a manhã toda passeando pelos jardins do palácio.
A seguir fomos de ônibus e bonde até a parte central de Viena onde caminhamos um pouco por suas praças enquanto apreciávamos a beleza da arquitetura de seus edifícios, como o Parlamento e a Prefeitura.
Viena é realmente uma cidade muito bonita e calma. Tem apenas 1 milhão e seiscentos mil habitantes, um trânsito muito calmo e um excelente serviço de transporte público. Mesmo tendo pouco mais de 10% da população de São Paulo, conta com mais quilômetros de linhas de metrô, além dos bondes e ônibus que cobrem a cidade inteira. Nunca se precisa esperar mais de 5 minutos para se tomar o transporte de que se necessita, e eles nunca se encontram lotados, apesar de aqui ser muito comum as pessoas entrarem com cachorros e até com bicicletas nos trens e ônibus. 
Depois de passearmos algum tempo pelo centro da cidade, resolvemos ir até o Rio Danúbio, num local chamado Copa Cagrana, onde existem dezenas de bares e restaurantes às margens do rio, e até sobre ele, encima de decks flutuantes. 
Almoçamos num desses restaurantes e a seguir fizemos uma longa caminhada pelas margens do rio, apreciando a beleza de sua vegetação, e as suas pequenas praias onde as pessoas estavam tomando sol, algo que, por ser tão raro num país frio como este, encanta os moradores desta cidade e faz com que eles aproveitem ao máximo.
Voltamos para casa por volta das 20h30 e então a Anete improvisou um jantar para todos nós aqui no nosso apartamento.

Dia 36

DATA: 22/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 37

DATA: 23/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Nosso primeiro passeio de hoje foi de barco pelo Rio Danúbio.
Fomos de metrô até o ponto de embarque e iniciamos o passeio navegando por um canal que corta grande parte do centro da cidade. Esse canal foi construído há pouco mais de cem anos utilizando as águas do Danúbio e tem uma extensão total de 17 km.
Alguns quilômetros após chegarmos ao leito principal do Danúbio, existe uma hidrelétrica e uma eclusa por onde passam os barcos. Fizemos o procedimento de subida da eclusa e continuamos o passeio até o nosso destino final, bem próximo ao local onde almoçamos ontem, o Copa Kagrana.
A seguir fomos caminhando até a Donau Tower, ou Torre Danúbio, onde subimos até o mirante e ao restaurante giratório localizado no topo da torre. A torre tem uma altura total de 225 metros e propicia uma esplêndida visão do Rio Danúbio e dos arredores.
O almoço de hoje foi no restaurante giratório. Os preços são bem salgados, mas o visual acaba compensando.
Voltamos para nosso hotel por volta das 18h30, tomamos um banho e tornamos a sair para ver o centro da cidade à noite.
Estivemos na Catedral de San Estevan, a principal da cidade, uma construção belíssima em estilo gótico. Ao chegarmos estava se iniciando uma missa e tivemos a oportunidade de escutar o maravilhoso som do órgão de tubos.
A seguir visitamos o Castelo Imperial, e os castelos localizados próximo a ele, hoje todos transformados em museus.
Viena é realmente uma cidade encantadora, com muitas construções ricamente trabalhadas, além de fontes, estátuas e monumentos por todo o lado que se olha. 
Voltamos para o hotel pouco depois da meia noite, extremamente cansados, mas satisfeitos com todas as belezas que vimos no dia de hoje.

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Domingo de Páscoa.
Em nosso último dia completo na Áustria fizemos uns passeios bem relaxantes.
Levantamos às 09h00 e tomamos um belo café da manhã em nosso apartamento com a companhia do Ricardo e da Elisângela.
A seguir fomos de metrô até uma praça muito bonita, cercada por edifícios antigos. Por coincidência acabamos encontrando por lá o restante de nosso grupo, que havia levantado mais cedo e saído para passear.
Caminhamos um pouco pelos jardins do antigo Palácio Imperial e depois decidimos ir até um restaurante italiano para almoçar.
Depois do almoço retornamos ao hotel para um pequeno descanso. Depois de muitos dias eu até tirei minha siesta hoje.
À noite ao Ricardo, e todas as mulheres, foram assistir a um concerto de ópera e música clássica, no Palácio Schonbrunn. Só eu e o Danilo ficamos no hotel.
Depois que eles voltaram do concerto, fomos todos juntos até um Burguer King para tomarmos um lanche.
Voltamos para o hotel e fomos dormir, já que amanhã o dia será bem cansativo, com o inicio de nossa viagem de volta ao Brasil.

Dia 38

DATA: 24/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

 

Dia 39

DATA: 25/04/2011

MANHÃ:  Viena - Áustria

NOITE: Em trânsito entre Lisboa (Portugal) e São Paulo (Brasil)

FUSO HORÁRIO: 4 hora a mais em relação ao Brasil

 

Passamos o dia inteiro em aeroportos e aviões.
Levantamos cedo em Viena, tomamos nosso café da manhã, arrumamos nossas malas, e, fomos de metrô de trem para o aeroporto, acompanhados pelo Ricardo e pela Elisângela.
O aeroporto de Viena tem um sistema diferente de todos os outros pelos quais já passamos. Normalmente o sistema de segurança para revista dos passageiros e bagagens de mão é único para todos os vôos. Somente após passar pela revista é que os passageiros se dirigem aos seus respectivos portões de embarque. Em Viena cada portão de embarque possui o seu próprio sistema de segurança. Após a revista o passageiro já se encontra em seu portão de embarque.
Nosso primeiro vôo, pela Lufthanza, foi para Frankfurt, na Alemanha. Vôo curto, de pouco mais de uma hora, bem tranqüilo. 
Em Frankfurt tivemos de esperar por 03 horas até o nosso próximo vôo, pela TAP, para Lisboa. Aproveitamos para caminhar um pouco pelo imenso aeroporto de Frankfurt e ficar observando os pousos e decolagens, que lá acontecem a cada 30 segundos em média.
Nosso vôo de Frankfurt a Lisboa durou cerca de 02h30 e também foi bem calmo.
Chegando em Lisboa tivemos que retirar nossas bagagens e providenciar novo despacho, o que sempre leva algum tempo. O tempo que tivemos sobrando em Frankfurt quase que nos fez falta em Lisboa.
Felizmente conseguimos fazer tudo rapidamente e chegarmos ao portão de embarque no vôo para São Paulo em tempo até de tomarmos um pequeno lanche.
O vôo da TAP para São Paulo começou pontualmente às 23h15, com previsão de 10 horas de viagem.

 

Mais um dia de mudança, e, portanto mais um dia de problemas com nossa bagagem...
Levantamos as 07h00, tomamos nosso café da manhã no hotel Almirante, acabamos de arrumar nossas coisas e pegamos um taxi para o aeroporto.
Como o Péricles e a esposa já haviam ido mais cedo, não tivemos problema em arrumar taxi para nós e nossa bagagem. Percurso rápido e barato até o aeroporto: apenas 7 Euros.
Os problemas começaram ao chegarmos ao aeroporto.
Ao dirigir-nos ao balcão da Lufthansa, fomos informados por uma atendente que nosso vôo seria operado pela TAP e que deveríamos ir até o balcão daquela empresa para fazermos o check-in.
Entretanto, na TAP nos informaram que não esse vôo não existia e que somente a Lufthansa poderia nos dar alguma informação.
Voltamos então ao guichê da Lufthansa e um outro funcionário confirmou que realmente o vôo era deles. Não entendi nada...
Mas o pior foi na hora em que fizemos nosso check-in. O atendente nos informou que estávamos com 28 kg. de excesso de bagagem e que deveríamos efetuar o pagamento de 10 Euros por quilo excedente. Não adiantou argumentar que já havíamos vindo de Roma com essa mesma bagagem sem qualquer pagamento adicional. Ou pagávamos ou a bagagem não seria embarcada.
Sem outra alternativa, tivemos de pagar 280 Euros....
Na hora de embarcar, novo problema. O funcionário da Lufthansa considerou nossa bagagem de mão muito grande, mas como estávamos em cima da hora acabou liberando.
O avião saiu exatamente no horário marcado e, cerca de 2h30 depois aterrisamos em Dusseldorf, Alemanha, onde tínhamos de fazer uma conexão.
Na hora de fazer o novo embarque em Dusseldorf, temíamos que também tivéssemos problemas com a nossa bagagem de mão, mas desta vez a funcionária nem olhou para nossas sacolas.
Depois de um tranqüilo vôo de cerca de 01h30 desembarcamos em Viena, onde nosso filho Ricardo estava nos esperando.
O aeroporto de Viena é bem longe da cidade e o Ricardo achou melhor que viéssemos de metrô. A viagem demorou cerca de 45 minutos, num trem muito confortável e praticamente vazio.
Como o apartamento em que o Ricardo e sua esposa Elisangela moram é bem pequeno, hospedamo-nos na Pension Shonbrunn, localizada praticamente em frente ao local onde eles residem. 
Apesar de ser um prédio de construção bem antiga, o apartamento que estamos é excelente. Temos um grande quarto de casal, outro quarto de casal menor, banheiro com banheira e cozinha completa. O tamanho total é praticamente o dobro do apartamento onde o Ricardo mora. E está nos custando 70 Euros por noite.
Logo após nos registrarmos no hotel, fomos ao apartamento do Ricardo para tomar um lanche e voltamos para tomar um banho e dormir.
Depois de 30 dias de viagem estamos bem cansados e amanhã pretendemos tirar o dia inteiro só para descansar, começando nossos passeios por Viena apenas depois de amanhã.

Dia 32

DATA: 18/04/2011

MANHÃ:  Lisboa - Portugal

NOITE: Viena - Áustria

FUSO HORÁRIO: 5 hora a mais em relação ao Brasil

ALTITUDE: Nível do mar

Após um vôo tranqüilo, onde até consegui dormir por algumas horas, chegamos em São Paulo às 06h00, com um pequeno atraso em relação à previsão inicial. 
A TAP nos agradou muito, tanto pelo conforto de suas poltronas, quanto pelo atendimento de bordo. Todos os vôos que fizemos por essa empresa durante essa viagem se iniciaram no horário marcado e sempre fomos muito bem tratados.
No aeroporto de São Paulo tivemos que esperar cerca de meia hora na fila até conseguirmos embarcar no táxi que nos levou até a casa da mãe da Anete, em mais uma demonstração de que nossos aeroportos se encontram acima do limite de sua capacidade, necessitando urgentemente de serem ampliados. 
Entretanto, o nosso maior problema foi quando fomos buscar o Poderoso, nosso carro, que havíamos deixado guardado numa fábrica próximo à casa da mãe da Anete. O carro simplesmente não deu partida.
Verifiquei que o problema ocorria porque o combustível não estava chegando ao sistema de injeção eletrônica.
Telefonei para a Seguradora do Banco do Brasil que enviou um mecânico para tentar resolver o problema. Ele detectou que não estava chegando corrente elétrica à bomba de combustível e que o carro teria de ser rebocado até uma oficina. Segundo ele, provavelmente o problema teria sido causado por ratos que haviam roído o fio que leva eletricidade até a bomba de combustível.
Telefonei novamente para a seguradora solicitando um guincho e optei para que o carro fosse trazido até São Luiz do Paraitinga, onde conheço uma auto-elétrica muito boa.
Aproveitei e vim para São Luiz também a bordo do caminhão guincho. A Anete permaneceu em São Paulo, cuidando de sua mãe que se encontra adoentada. 
Chegamos em São Luiz às 16h30 e deixamos o carro na Auto Elétrica do Osmar, onde confirmaram a ação do rato, que aproveitou o tempo que o carro esteve parado na fábrica para roer alguns cabos elétricos. 

FIM DE NOSSA VIAGEM "VALENTES NA EUROPA"

Dia 40

DATA: 26/04/2011

MANHÃ:  São Paulo - Brasil

NOITE: São Luiz do Paraitinga (SP) - Brasil

FUSO HORÁRIO: Horário oficial de brasília